Sabe que ás vezes eu fico pensando nessa regrinha de que o autor não deve julgar o personagem e tal, e daí esse texto vem e corta isso pelo meio hahaha eu adorei
A imagem do papel cortado pelo estilete transforma a leitura em passagem. Diante da crueldade de Fernando, quem lê já não permanece do lado de fora da cena: corta a página, entra na história e responde com o corpo ao que até então era indignação. O conto brinca com a fantasia perigosa de atravessar a ficção, como se a palavra, sozinha, já não fosse suficiente.
Em algum momento fui transportado de um estado de leitura para um de imersão na cena. Incrível!
Sabe que ás vezes eu fico pensando nessa regrinha de que o autor não deve julgar o personagem e tal, e daí esse texto vem e corta isso pelo meio hahaha eu adorei
A imagem do papel cortado pelo estilete transforma a leitura em passagem. Diante da crueldade de Fernando, quem lê já não permanece do lado de fora da cena: corta a página, entra na história e responde com o corpo ao que até então era indignação. O conto brinca com a fantasia perigosa de atravessar a ficção, como se a palavra, sozinha, já não fosse suficiente.
Adoro ser surpreendida. Sempre imagino desfechos e o seu provocou um sorriso de satisfação.
Genial!
Achei genial! Não esperava mesmo por esse desfecho! Parabéns!